Poema | O Algoz Ordinário

O Algoz Ordinário

Sombras que me suprimem o tino

Se fazem claras para mim à noite,

Pois por horas a fio me enlouquecem,

Mas ao pôr do sol, cessam o açoite.

Rugas de infortúnios diários,

Tais quais a rotina por si só,

Maltratam de maneira ímpar

A conturbada casa de minhas ideias.

O que me atinge os sentidos não tão confiáveis,

Faz-me questionar meu próprio valor.

Até quando perecerei sob sistemas mundanos,

Cercado de responsabilidades questionáveis?

L. E. Farias 

(Foto em destaque por @samaramaria_)

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