Tale | Silvergaze Logan

Silvergaze Logan I hold a deep breath and take my time. I got twenty seconds. Two… now three in line. It must be comin’ another one … I have seven seconds. I got my finger firm on the trigger. Come on, buddy, just a few more inches… NOW! – BANG! A clean shot. The pelts […]

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Conto | Logan Silvergaze

Logan Silvergaze Eu respiro fundo pra tomar meu tempo. Dois… agora três alinhados. Deve ter mais um… Meu dedo firme no gatilho não hesita. Vamos, amigo, só mais um pouco pro lado… AGORA! – BANG! Um tiro limpo. As peles desses carinhas vão me render uma grana extra no caminho. Quatro lobos com uma única […]

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Poema | Areia

Areia Fui esquecido. Culpo meu eu de areia, Culpo a galhardia vã, Culpo a liberdade traiçoeira. A poeira do sentir-se-só Varro eu só, sozinho. Pro tapete, escondido, Pois, sim, fui esquecido. O tempo que desfez, sem piedade, O que fiz por outrem, Há de acumular em ninguém Saudade. L.E. Farias

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Fantasy | One

One They were, indeed, the most special and unique birth. He as the mountains, sands, winds and trees, She as the flames, thunders, waters and pure heat, They are tornadoes, majestic storms and scorched earth. They can be whatever they want to be, whatever their desire is. She, dressing him in purple roses and dark […]

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Jazzístico Eu

Jazzístico Eu Ah, nada como uma noite perfeitamente aconchegante após um último dia de angústias! Esses clássicos de jazz tocando na vitrola, esse sofá que me abraça e me acalenta, a lareira que esquenta, o Calamares meio seco que me banha o palato, meu livro de contos favorito… ora, certamente que não há nada mais […]

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Paridores De Mundos

Possivelmente por um espectro da partição mór que em mim reside, chego a tossir, quando estou sozinho encarando o teto sobre meu travesseiro, os dizeres que aqui serão escritos, tamanha a vontade que sinto de compartilhá-los com outros pensantes, curiosos e aspirantes a investigadores das entrelinhas da imaginação. Ultimamente, demasiada tem sido a frequência com […]

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Poema | Confissão De Um Antigo

Veja bem, rapaz, eu que não me permiti. Adentro de minha derme calejada por vozes, Sou caos, pedra fria que descansa sobre cacos, Sou o calor de outrem e o amargo frio de si. A superestimada vida envelheceu-me a nervura Que outrora sustentara as explosões de meu coração. Pus-me a ponderar sobre convites sedutores do […]

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